Queria que a vida fosse um folha de papel em branco.
Queria rabiscar meus sonhos, desenhar desejos, escrever anseios.
Queria jogar fora o erro e desembrulhar o íntimo de meus calafrios dessa caixa de imaginações. Queria apenas editar meus pensamentos sem deixar as marcas dessa história inapagável.
Queria picotar as mágoas, colorir a angústia, amassar as caretices dessa rotina sem dobras.
Queria fazer de mim um conto escrito, uma crônica revista, em sua impecável possibilidade de ser corrigida.
Queria transformar minha alma em letras para que um dia, alguém em algum acaso, lesse as entrelinhas de meu coração, e me fizesse em um segundo parte de seus pensamentos.
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