terça-feira, 2 de março de 2010

Quando deixamos cair o pão...

Não adianta esperar que o pão caia com a mantega virada para cima. Quando a fatia vai pro chão, todo o resto vai junto. É bem como acordar de mau humor, ou ter grandes motivos logo pela manhã que te deixem fora de si, o resto do dia será ranzinza, isso é inevitável. Qualquer tropeço que damos, por mais que não machuquemos, faz com que sintamos dor, mesmo que causada pela vergonha ou pelo fracasso do tombo. A vida é uma verdadeira lei de Murphy, quando é para dar errado, dá mesmo, não há solução. Nenhuma palavra mal dita volta vazia, perder um anel ao invés dos dedos não isenta a dor sentimental e afetiva que o objeto possa significar. É que essa porcaria toda tende a piorar cada vez mais. Não tem jeito mesmo. Tudo se inicia de uma ação, que produz uma reação, em semelhante força, proporção e intensidade. Não se pode esmurrar uma parede sem esperar que a dor se reflita igualmente no impacto empregado. E então, se não segurarmos bem, o pão cai, e igualmente o lado vira, a mantega suja o chão... Bastava segurá-lo bem....

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