Não é mais pique, nem mais pega.
É o esconde-esconde da vida.
Não é mais inocência, é decência.
Não é mais cumplicidade, é responsabilidade.
Nem Pedrinho, nem Julinha.
Nem filhos, nem irmãos.
É papai, é mamãe, é patrão.
Que o tempo não volta jamais.
É nostalgia que angustia.
É titio, é titia.
Que o tempo não deixe levar.
E leva.
Não mais será priminha, nem Lulu, nem Clarinha...
Crescemos.
Cresceremos.

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